Self-Storytelling na vida e na organização

Self-Storytelling na vida e na organização

Self-Storytelling na vida e na organização

Histórias ouvidas ou lidas no momento certo jamais nos abandonam!

 

O Storytelling é usado na nossa vida de forma transversal: pessoal, profissional, social e comunitária.

E, na verdade, tudo depende de quem eu sou.

Se a minha identidade aponta para ser protagonista da minha história, será provável que encare os problemas como desafios, os objectivos empresariais como estímulos e as dificuldades com a hierarquia como oportunidades. Self-Storytelling na vida e na organização.

Assim sendo, tudo depende da minha Identidade que, por sua vez, depende da história que conto a mim mesmo sobre mim.

A Singular Minds propõe-lhe trabalhar a (Self)Storytelling num processo que segue a metodologia Windful Step-Up!, que é uma marca registada da Singular Minds, e que tem bases na PNL (Programação NeuroLinguística), no MF (Mindfulnees), no Panorama Social, na Psicologia das narrativas e na Sommatic Experiencing.

O Storytelling é uma ferramenta muito usada em Marketing e Vendas para aprofundar a conexão com os clientes. Também é usada para motivar trabalho de equipa, apresentação de projectos para aprovação e em seminários.

Os 4 elementos principais do (Self)Storytelling são:

A Mensagem quer-se forte, com uma história interessante e cativante contada com entusiasmo, autenticidade e de forma inesquecível para a audiência.

Saiba que o Ambiente da sua história é essencial para captar a atenção dos ouvintes enquanto traça o caminho para chegar ao seu objectivo.

A Personagem é aquela que cada ouvinte quer encarnar, viver e depois transportar para a sua vida, para tornar reais os seus sonhos.

Toda a história tem um propósito que, para ser alcançado, faz a personagem passar por “altos e baixos”, contornar obstáculos; trata-se do enredo. Ao desenrolar-se o enredo, a personagem sofre transformações através das aprendizagens, de experiências e nasce nela motivação para continuar em frente.

 

Em síntese, sou, penso e sinto em função da história que conto a mim mesmo; e comunico, lidero, motivo e inspiro os outros a partir do modo como envolvo a mensagem na narrativa que transmito. Deste modo, as pessoas formarão equipas mais capacitadas, mais satisfeitas, mais resilientes e mais competentes na organização. Self-Storytelling na vida e na organização

Margarida Filipe