REGULAMENTO DO FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA

1.        Objetivos e âmbito do documento

Este documento é da responsabilidade e propriedade da SINGULAR MINDS (doravante referida apenas como SM) e serve os seguintes propósitos:

  • Proporcionar e promover o acesso à informação sobre formação profissional da SM;
  • Contribuir para a otimização das nossas ações de formação, no pressuposto da partilha do conhecimento;
  • Ser um instrumento de divulgação da atividade da SM.

 

As regras constantes neste documento aplicam-se a todos os intervenientes na formação profissional da SM, tais como os formandos (colaboradores dos Clientes), as Entidades Clientes, formadores e membros da equipa pedagógica e de gestão da SM.

 

Sempre que neste documento se usar a designação “Cliente” estamo-nos a referir ao Cliente Corporativo (empresa/entidade), atuando na lógica B2B – business to business.

 

2.        ADN da Singular Minds
2.1.     Quem somos

 

A SM é uma entidade que tem como objetivo a melhoria das Organizações, através da melhoria da vida das pessoas (colaboradores das Organizações), através do aprofundamento do propósito, do compromisso, do foco nos objetivos e no bem-estar, através da metodologia STEP-UP!.

A Singular Minds atua no desenvolvimento da pessoa, na descoberta do seu Propósito através de uma TransFormação sob uma metodologia de Step-Up!, com resultados no indivíduo, nas equipas e na organização. Na sua visão e missão está o apoio e desenvolvimento de uma LIDERANÇA-COM-PROPÓSITO, desenvolvendo e apoiando a todos os níveis os LÍDERES-CUIDADORES (líderes com propósito) de modo que desenvolvam e aprofundem as core-skills fundamentais, nomeadamente:

  • Motivação
  • Resiliência
  • Comunicação eficaz
  • Liderança cuidadora
  • Gestão de emoções
  • Estabilidade emocional
  • Saúde mental
  • Capacidade de compromisso
  • Capacidade de “estar-bem”
  • Foco em objetivos
  • Gestão de equipas
  • Competências comerciais
  • Técnicas de negociação
  • Resolução de conflitos

 

 

Adicionalmente, a SM tem também atuado na área do desenvolvimento das competências comerciais que, em estreita ligação com a área do desenvolvimento pessoal, é imprescindível para o desenvolvimento, crescimento e consolidação das Organizações.

Desenvolvemos a Metodologia Step-UP! que possibilita à pessoa desenvolver o seu propósito de vida e alinhar a sua missão pessoal com a profissional, promovendo uma definição de prioridades e decisões mais coerentes e corretas para consigo própria. Esta metodologia é usada para a construção de soluções formativas que capacitam os colaboradores dos nossos Clientes.

 

 

 

Os nossos serviços

  • Consultoria no contexto B2B para a identificação dos desafios/problemas, suas causas e as possíveis soluções;
  • Quando a solução passa por “formação profissional”, construímos:
    • “perCursos de transFormações” significativas, nos domínios do Talent Management/Talent Engagement, nas áreas da venda, da liderança e da comunicação.
    • ações de Trans-Formação concretas baseadas na metodologia STEP-UP! e baseadas em técnica Windful – NLP Corporate Mindfulness, integrando conceitos e ferramentas de neurociências, de programação-neurolinguística, de mindfulness, de self-storytelling e de psicologia das emoções, entre outros.
    • Formação de técnica de negociação consultiva, “approach a clientes”, Cold calls, técnicas de apresentação, acompanhamento em reuniões, Feedback sobre modo de condução de reuniões, Técnicas de fecho de negócio, técnica de apresentação de ideias e potenciais negócios.
  • Gestão de pipeline, forecast de curto, médio e longo prazo, análise com consultores das suas taxas de conversão de negócios, introdução de funil de vendas por consultor. Resumindo, sensibilização e criação de KPI por consultor fazendo deles estes gestores dos mesmos.

 

2.2.     A formação profissional SM

Público-alvo:

A direção da nossa oferta formativa é “intraempresa”, ou seja, dirigida em exclusivo para os colaboradores do Cliente Corporativo, que pode ser dos seguintes tipos:

  • Entidades privadas com ou sem fins lucrativos de todas as dimensões
  • Entidades públicas
  • Empresários em nome individual
  • Entidades do denominado terceiro sector (Sector social)

 

Dentro dos grupos anteriores, a SM tem especial vocação para as áreas onde é mais evidente a existência de lideres-cuidadores (líderes-com-propósito), nomeadamente:

  • Área da Saúde (SM Health)
  • Área da Educação (SM Education)
  • Área da Segurança (SM Safety)
  • Área do mundo empresarial (SM Business)

 

Áreas de intervenção:

  • 090 – Desenvolvimento pessoal
  • 341 – Comércio

 

O desenho dos cursos serve sempre o propósito de colmatar as necessidades formativas, de capacitar os formandos/colaboradores dos Clientes e consequentemente contribuir para a otimização do tecido empresarial. Nesse sentido, a nossa oferta formativa pode ser do seguinte tipo:

  • De catálogo, cursos construídos com base no nosso know-how a partir de necessidades detetadas comuns a diversas tipologias de clientes;
  • Taylormade, cursos construídos à medida das necessidades e capacidades de um determinado cliente

 

 

Modalidades e formas de organização

  • As ações de formação são desenvolvidas na modalidade “outra oferta formativa não inserida no CNQ”.
  • Toda a nossa oferta formativa decorre na forma de organização “presencial”.
2.3.     Contactos

 

3.        Divulgação da formação profissional

Importa realçar que sendo a formação realizada no modelo intraempresa, as ações de formação são divulgadas internamente nos Clientes. Por isso, a divulgação da atividade de formação profissional da SM assenta essencialmente na divulgação dos serviços e áreas de intervenção. Esta divulgação é feita através dos seguintes canais:

  • Website e redes sociais;
  • Contacto direto com os Clientes;
  • Divulgação do tipo “word-of-mouth” feita pelos nossos Clientes
  • Parcerias
  • Organização de eventos abertos, como as Open Sessions.
  • Presencialmente nas nossas instalações, mediante agendamento.

 

 

4.        Recrutamento e seleção de formandos e formadores

4.1.     Processo de candidatura, inscrição e seleção de formandos

Uma vez que a nossa oferta formativa (trans-formativa) se dirige às Entidades, as ações de formação são definidas em comum acordo com o Cliente, ao abrigo de uma proposta elaborada pela SM. Deste modo, o processo de seleção e comunicação/convocatória para participação nas ações é feito pelo responsável/interlocutor da Entidade Cliente que solicita o serviço de formação, mas também pode ser feito pela SM desde que contemplado na proposta comercial previamente acordada com a Entidade Cliente.

 

Todo o processo de inscrição é assim conduzido com o Interlocutor da Entidade Cliente, que deve fornecer à SM os dados necessários para a frequência das ações de formação, através do envio do mapa de colaboradores, em modelo da SM ou noutro modelo/formato que o Cliente prefira, e previamente acordado entre as entidades 

Em concreto nos cursos taylor-made, o processo de seleção não existe, na medida em que o curso é construído tendo em conta o perfil de entrada dos formandos, não existindo assim a necessidade de verificação dos pré-requisitos.

 

Para a oferta formativa de catálogo que a SM tenha já disponível, fruto do trabalho realizado e passível de ser aplicado a diferentes Clientes, os cursos contêm a informação do público-alvo bem como dos pré-requisitos que possam existir, sendo assim uma fonte de informação indicativa para os Clientes.

 

De uma forma geral, todas as ações de trans-formação nos Clientes são alvo de proposta comercial, onde constam todas as condições, e apenas avançarão após adjudicação da proposta e competente contrato de formação.

 

4.2.     Processo de recrutamento e seleção de formadores

Todos os formadores têm que ser detentores de Certificado de Competências Pedagógicas emitido pelo IEFP, ou de título que os isente.

 

Apenas serão selecionados para uma determinada ação de formação, os formadores que tenham disponibilidade horária e de mobilidade para assegurar o cronograma definido e que tenham boas avaliações de desempenho, no caso de já terem dado formação na área. A SM, sempre que necessitar de recrutar formadores, abre processo de recrutamento e seleção, comunicando as condições e requisitos específicos. Todavia, os interessados podem apresentar candidaturas espontâneas através dos nossos contactos disponibilizados nas redes sociais

 

Entendemos que os formadores devem reunir experiência pedagógica e experiência profissional relevante para a área a que se candidatam, sendo mobilizados para ações de formação, os formadores que, tendo disponibilidade, apresentem mais experiência.

 

Situações excecionais ao anteriormente exposto, são decididas criteriosamente pela pessoa responsável pela Gestão da Formação.

 

4.3.     Igualdade de oportunidades

A SM rege as suas práticas de seleção pelo princípio da igualdade de oportunidades, assegurando tratamento idêntico a todos os interessados na sua oferta formativa, seja na frequência seja na colaboração como formadores/as, nomeadamente a não discriminação por ascendência, idade, sexo, orientação sexual, estado civil, situação familiar ou profissional, capacidade de trabalho reduzida ou deficiência, nacionalidade ou origem étnica, religião, convicções políticas ou ideológicas.

A SM reserva-se o direito de ter um código de conduta que todos os formadores deverão seguir.

4.4.     Política de privacidade

No nosso site é possível consultar a nossa política de privacidade – http://www.singularminds.pt/politica-de-privacidade

No âmbito da formação profissional os dados dos formandos (colaboradores dos Clientes) serão usados para os fins exclusivos relacionados com a ação de formação, tal como a emissão do certificado, ou para outros fins para os quais seja dada explicito consentimento.

 

A SM, em condição futura, procederá à inscrição de todos os formandos na plataforma SIGO, para efeitos de inscrição na ação de formação e emissão do Certificado de Formação Profissional. Igualmente, na mesma plataforma, procede ao registo dos formadores na sua equipa pedagógica e associação às ações de formação que ocorram nas modalidades de formação do catálogo nacional das qualificações.

4.5.     Contratos de formação

A SM celebra com todos Clientes (corporativos), contratos de formação com as regras e condições específicas de cada ação de formação. Igualmente celebra com todos os formadores que sejam prestadores de serviços um contrato de prestação de serviços para as ações que monitorizem.

 

Qualquer contrato decorrente da realização das ações de formação não gera nem titula relações de trabalho subordinado e cessará por caducidade no momento de conclusão da ação de formação.

 

5.        Condições de funcionamento da atividade (trans)formativa

5.1.     Regras de assiduidade e pontualidade

A assiduidade e pontualidade são registadas e controladas pelo formador, que faz a validação em modelo próprio da SM. Esta validação é feita em cada sessão de formação.  Os formandos e formadores devem ser assíduos e pontuais, cumprindo com os horários estabelecidos, sendo que:

  • Os formadores devem comparecer na sala de formação com pelo menos 15 minutos de antecedência nas sessões de formação.
  • Os formandos devem ser pontuais e assíduos, de acordo com o comunicado no Programa de formação do curso que frequentarem, definido por comum acordo entre a SM e o Cliente.

Nos casos em que os formandos se vejam obrigados a incumprir o regime de assiduidade estipulado em cada programa de formação, deverá haver uma justificação comunicada à coordenação pedagógica. Todas as faltas ou atrasos que ocorram, são comunicados pela SM ao Cliente.

 

 

5.2.     Calendarização da formação – locais e horários

Os horários e calendarizações são definidos pela SM em conjunto com o Cliente e comunicados pelo Cliente aos seus colaboradores que participem nas ações de formação. Em geral os cursos podem decorrer em horário laboral e pós-laboral, sendo a carga horária de cada sessão definida por comum acordo com o Cliente no melhor interesse pedagógico, considera-se com máximo as 8h para sessões diurnas e 4h para sessões noturnas, ou seja, após um dia de trabalho. A cada 2h de formação deverá ocorrer um intervalo de 15 minutos. Todavia, outros modelos de horários poderão ser definidos com o cliente.

 

As ações de formação decorrem preferencialmente nas instalações do Cliente ou providenciadas por este. Caso não seja possível, as sessões podem decorrer em salas da responsabilidade da SM, seja em parceiros já protocolados, sejam em salas arrendadas para o efeito. Nas instalações onde decorrer a formação da SM, a coordenação garante o acompanhamento dos seus clientes (formandos) e formadores.

 

Todos os locais assegurados para a realização de formação estão sempre devidamente identificados, e possuem todos os recursos pedagógicos e mobiliário em conformidade. Na sala de formação é sempre garantido que:

  • Exista iluminação natural e/ou artificial adequada;
  • Condições de higiene e segurança;
  • Conforto acústico e climatização.
  • Mesas e cadeiras confortáveis (ou cadeiras com palmatória).
  • Quadro branco e/ou Flipchart.
  • Outros equipamentos necessários devido à especificidade de cada ação;
  • Seja garantido um espaço mínimo de 2m2 por cada formando.

 

5.3.     Alterações, interrupções, desistências e repetições

Sempre que se verifique a necessidade de interromper a ação de formação, a SM empreenderá todos os esforços para retomar a normal execução do curso, garantindo o cumprimento da duração do curso bem como as condições para que todas as pessoas que estão a frequentar ação, a possam concluir com aproveitamento. A interrupção será sempre por acordo entre as partes ou por motivos de força maior, caso se justifique.

 

Sempre que o Cliente desejar substituir um dos colaboradores inscritos na formação deverá articular com a Coordenação Pedagógica da SM, o mais tardar até 02 dias antes do início do curso, de modo a facilitar as alterações necessárias. O “novo” colaborador a integrar deverá estar alinhado no perfil de entrada no caso dos cursos taylormade e /ou cumprir os pré-requisitos que possam existir no caso dos cursos de catálogo – esta tarefa deverá ser assegurada pelo Cliente, tendo a SM disponibilidade e abertura para colaborar no processo. Não são aceites substituições no decorrer da ação de formação, na medida em que não se garante o cumprimento do programa de curso, em concreto a condição para que o participante atinja os objetivos/competências visados. Todavia, toda e qualquer situação excecional é analisada e autorizada pela Coordenação Pedagógica.

 

É permitida a repetição de um ou mais módulos (nos cursos que pela sua estrutura curricular o permitam) em que o/a formando/a não o pôde frequentar/concluir com aproveitamento, sendo que a repetição apenas poderá acontecer em ação futura calendarizada com as mesmas temáticas na Entidade Cliente. As repetições implicam custos e são previamente comunicados ao Cliente.

 

5.4.     Cancelamentos, desistências e devoluções

Entende-se “Cancelamento” quando é comunicada a não frequência no curso, antes da ação de formação começar, e “desistência” quando ocorre quando a ação já iniciou.

 

Os cancelamentos podem ser feitos através de comunicação à Coordenação Pedagógica, preferencialmente por escrito, enviando um email e se necessário reforçar com contacto telefónico.

As condições específicas, nomeadamente prazos, penalizações e/ou valores a serem devolvidos, são definidos em sede de proposta comercial e aceite pela SM e Cliente em sede de contrato de formação.

 

 No caso de desistência por parte de um formando, o Cliente deve comunicar à Coordenação Pedagógica o motivo da desistência. A SM tem formulário próprio para o efeito, sendo que o Cliente poderá usar outro modo de comunicação, preferencialmente escrito.  

 

No caso de desistência da inscrição é dever do formando ou do Interlocutor da Organização cliente comunicar à SM, por escrito, esse facto e as razões que motivaram a desistência. A comunicação deve ser feita através do preenchimento do formulário cedido pela SM e entregue à coordenação pedagógica de forma presencial, por correio ou por email dirigido à coordenação pedagógica. No entanto, a/o desistente é livre de utilizar outro meio que entender, devendo fazer chegar a/o mesmo à Coordenação Pedagógica.

 

As implicações financeiras que possam decorrer da desistência de formandos/colaboradores dos Clientes, estarão sempre previstas e comunicadas em sede de proposta e consequente contrato. 

  

O compromisso estabelecido via contrato de formação responsabiliza tanto a SM como o Cliente, na medida em que este deverá observar se dispõe das condições (sejam horárias, financeiras, etc.) para a frequência do curso para o qual inscreve os seus colaboradores.

 

5.5.     Regime de pagamentos

Todos os serviços de formação (cursos e respetivos módulos) da SM estão sujeitos a pagamento (excetuando-se situações devidamente comunicadas), podendo existir valores já definidos para soluções do tipo “de catálogo”, mas genericamente os valores e modalidades de pagamento associados aos serviços de formação são definidos casuisticamente em sede de proposta comercial apresentada ao Cliente, e posterior comum acordo entre as partes.

São aceites todas as formas de pagamento legais.

  

Todos os pagamentos feitos à SM são alvo de emissão de documento contabilístico, emitido de acordo com os dados fornecidos no processo de Contratação. A SM fornece todas as informações e esclarece todas as dúvidas que surjam nesta matéria, bastando que o/a interessado/a nos contacte.

 

6.        Sistema de avaliação

O sucesso da atividade formativa é avaliado sob diversas formas: de forma mais específica em cada ação de formação, através da verificação/mediação do sucesso das aprendizagens dos/as formandos/as, da satisfação dos formandos (colaboradores dos clientes), dos Clientes e dos formadores, bem como analisando o decorrer em geral da ação (ocorrências, desvios, reclamações, etc.); e de uma forma mais geral, olhando olimpicamente  para a atividade formativa, abrangendo o impacto das ações de formação.

 

Cada ação de formação pode ser objeto das metodologias de avaliação a seguir descritas, conforme procedimentos do sistema de gestão da formação da SM, tais como a avaliação da satisfação/reação, avaliação das aprendizagens, da eficácia, do desempenho.

6.1.     Avaliação das aprendizagens

A avaliação das aprendizagens incide sobre os formandos e é levada a cabo pelos formadores que decidem sobre os instrumentos e técnicas de avaliação que entender por mais adequados. Não obstante, a SM define as linhas macro para a avaliação das aprendizagens, estando contemplado o seguinte:

  • Avaliação diagnóstica: realizada no início da formação através de observações, perguntas orais. O objetivo é analisar/perceber que conhecimentos sobre a temática os/as formandos/as poderão já ter, contribuindo essencialmente para esclarecer muitas más-conceções e/ou vícios que por vezes os formandos já têm e que serão prejudiciais para as aprendizagens. Esta avaliação ocorre por norma nos momentos de diagnóstico de necessidades.
  • Avaliação formativa: aplicável no decurso da formação através da observação direta, colocação de perguntas, exercícios formativos com o objetivo de dar feedback, de corrigir as técnicas e as competências a aprender.
  • Avaliação sumativa: realizada no final de cada módulo e/ou do curso através de testes ou outros instrumentos adequados em função de cada Programa de Formação.

 

A classificação final é alcançada através de critérios, cuja definição e ponderação estão de forma transparente definidos e comunicados em cada Programa de Formação. De uma forma geral os critérios de avaliação incidem sobre o alcance das competências visadas, ou seja, dos resultados pretendidos sejam eles do domínio dos conhecimentos, das capacidades e/ou das atitudes.

 

A escala de avaliação e definição de aproveitamento consta também em cada Programa de Formação.

 

De uma forma geral, todos os cursos da SM preveem a aferição do aproveitamento, o nível de alcance das competências/objetivos visados. Os/as formandos/as que não consigam concluir com aproveitamento, podem requerer através da sua Entidade Patronal (nosso Cliente) uma declaração de frequência.

6.2.     Avaliação das reações/satisfações

Para cada curso procede-se ainda à avaliação da satisfação dos formandos, dos Clientes e dos formadores através do preenchimento de um inquérito no final de cada curso (ou módulo de acordo com o aplicável) que visa aferir a reação/satisfação dos intervenientes com a organização e execução da ação de formação, incluindo as condições de realização, o desempenho dos recursos humanos intervenientes (equipa pedagógica e de suporte).

6.3.     Avaliação do desempenho dos formadores

O desempenho de cada formador/a é também avaliação a cada ação de formação pela coordenação pedagógica, em formulário próprio. O desempenho dos formadores é igualmente avaliado pelos formandos através do preenchimento dos inquéritos de satisfação.

6.4.     Avaliação pós-formação
 Procedemos também ao acompanhamento do(a)s formando(a)s após a realização da formação de modo a perceber se as/os formandas/os conseguiram (ou tiverem oportunidade de) transferir as aprendizagens corretamente para o exercício da sua atividade profissional, bem como tentar avaliar o impacto que a formação teve na atividade/resultados do Cliente, de acordo com os KPIs que tenham sido definidos em proposta. Esta é também uma aferição da satisfação, mas “a frio”, tendo já decorrido pelo menos 3 meses após a sua frequência da formação ou outro timing de acordo com a especificidade de cada ação. Os instrumentos para este nível de avaliação podem ser do tipo questionário de avaliação pós-formação, observação, entrevistas, análise de dados de resultados, de acordo com o que fique definido na proposta comercial, tais como as soluções “Green Card” e “Blue Card
6.5.     Avaliação resultados

Igualmente avaliamos e procedemos à revisão das nossas práticas, com vista à melhoria contínua do sistema de formação e orientação para resultados e disseminação da qualidade dos nossos serviços. Para tal implementamos um plano de melhorias, procedemos a auditorias internas  e/ou externas bem como resumimos e publicamos os resultados da atividade a cada ano formativo, consubstanciado no Balanço de Atividades Formativas.

 

7.        Documentos
7.1.     Certificados 

No final da formação os participantes terão direito a um certificado de formação emitido de acordo com os requisitos legais em vigor, bem como respeitando as regras presentes neste regulamento. Para a emissão dos certificados devem ser fornecidos à S  M dados pessoais dos formandos cuja recolha e processamento obedece ao disposto no presente Regulamento.

 

Para a obtenção do certificado de formação deverão ser cumpridos cumulativamente os seguintes pontos:

  • Os formandos devem cumprir com o regime de assiduidade definido.
  • Os formandos devem obter aproveitamento na avaliação das aprendizagens.
  • Não existirem valores por saldar, que sejam referentes às ações de formação, nos termos do definido e acordado com o Cliente.

 

Os certificados podem ser  entregues ao Interlocutor do Cliente, que tem a responsabilidade de os entregar aos seus colaboradores.

 

7.2.     Declarações

A SM emitirá gratuitamente Declarações de frequência (ou outro cariz) aos formandos das ações que o solicitarem, sendo que devem sempre informar a SM das finalidades das mesmas.

 

Os formadores têm direito a Declarações de Experiência Formativa, contendo a indicação das ações asseguradas, e são emitidas geralmente no final de cada ano formativo (podendo os formadores solicitar a sua emissão noutra altura).

 

Estas declarações são da competência da Coordenação Pedagógica, desde que relacionadas com as ações de formação.

7.3.     Dossier técnico-pedagógico

A SM organiza para cada ação de formação um DTP, consubstanciando assim o registo fiel e completo de formação. O original deste DTP é fornecido à Organização Cliente, reservando-se a SM ao direito de efetuar uma cópia (digital) do mesmo para aquivo seu. A Coordenação Pedagógica é responsável pelo controlo e correto preenchimento do DTP, sendo que há secções cujo preenchimento é da responsabilidade do formador da ação, tais como as avaliações das aprendizagens, os planos de sessão, os sumários.         

 

 

8.        Tratamento de reclamações e sugestões

As reclamações são manifestações de desagrado que podem ser apresentadas por Clientes e pelos seus colaboradores que sejam formandos nas nossas ações de formação, colaboradores e fornecedores da SM.

 

As reclamações devem ser formalizadas por escrito, no prazo máximo de 08 dias úteis, após a ocorrência do facto que motivou a reclamação. Para tal a SM dispõe, nos termos legais, de um Livro de Reclamações (Decreto Lei nº156/2005 de 15 de Setembro, com redação dada pelo Decreto-Lei nº 74/2017 de 21 de junho – 6ª versão), bem como no seu formato eletrónico, com link devidamente identificado no nosso site.

 

As reclamações podem também ser apresentadas com recurso a formulário próprio da SM, que consta de qualquer Dossier Técnico Pedagógico em sala de formação, bem como pode ser fornecido presencialmente, via email desde que solicitado.

 

As reclamações devem ser endereçadas à gestão da formação para o email geral@singularminds.pt ou via CTT para a morada Avenida do Brasil, nr.1- 9º 1700-062 Lisboa, ou ainda presencialmente preenchida/entregue nas instalações da SM.

 

O tratamento das reclamações será feito pela Gestão da Formação que se compromete a dar uma resposta ao reclamante pelo mesmo meio utilizado para a apresentar a reclamação, no prazo máximo de 15 dias úteis a contar da data de reclamação, tenha a reclamação fundamento ou não.

 

Todas as respostas devem ser emitidas de uma forma imparcial, e deve a SM zelar pelo bom funcionamento e qualidade de todo o processo formativo. 


 

Todas as reclamações são do conhecimento da Gestão da SM e são registadas no plano de ações de melhorias da SM.

 

Encaramos as reclamações que nos sejam apresentadas como uma oportunidade de crescimento e de melhoria, pois se não soubermos onde estamos a falhar, não podemos evoluir. Queremos sempre prestar o melhor serviço aos nossos clientes, parceiros, fornecedores.

 

Qualquer interveniente e participante nas ações de formação dos cursos da SM pode apresentar sugestões relativas a um melhor funcionamento da atividade formativa ou sugerir novas ações de formação que entendam relevantes, preenchendo o formulário próprio da SM (solicitando o mesmo à SM). Todas as sugestões são analisadas pela Gestão da Formação, dando entrada no plano de ações de melhoria de cada ano formativo. Serão introduzidas e aplicadas as sugestões se se verificar que de facto são contribuidoras para o processo formativo e estão alinhadas com a estratégia da SM.

 

 

9.        Funções e responsabilidades na formação profissional
9.1.     Da SM
  • É a entidade formadora com competências de conceção e organização da formação profissional nas áreas indicadas neste regulamento.
  • Cumpre os contratos de formação celebrados com os Clientes e formadores e demais fornecedores.
  • Garante as instalações e suportes exigíveis ao bom funcionamento da atividade formativa e fomentar uma gestão de recursos didáticos que promova o equilíbrio entre o desenvolvimento da atividade e o ambiente, nomeadamente assegurando o bem-estar e as devidas condições de saúde, segurança e higiene no local da formação – seja através da validação das instalações do Cliente, seja através das instalações asseguradas pela SM. 

  • No final de cada ação/curso emite gratuitamente aos formandos que concluírem com aproveitamento um Certificado de Formação Profissional ou outro, conforme legislação aplicável.
  • Dá resposta a todas as reclamações, dúvidas e sugestões colocadas pelos formandos, Clientes Organização, formadores de modo a promover a melhoria contínua dos processos formativos.
9.2.     Da Gestão da formação

Esta função é assegurada por membro interno da SM a tempo inteiro e é a pessoa responsável pela política de formação e pela sua gestão e coordenação geral, assegurando:

  • o planeamento, execução, acompanhamento, controlo e avaliação do plano de atividades; a gestão dos recursos afetos à formação; as relações externas relativas à mesma; a articulação com os responsáveis máximos da SM e com os destinatários da formação; a promoção das ações de revisão e melhoria contínua e a implementação dos mecanismos de qualidade da formação. 

  • é Interlocutor privilegiado com o Sistema de Certificação – garante que as práticas formativas implementadas na Entidade estão em harmonia com os requisitos da certificação, sendo a responsável pela organização e submissão do processo de candidatura à Certificação DGERT, bem como pela manutenção da certificação.
  • estabelece parcerias contribuidoras para o desenvolvimento da atividade formativas.
  • avalia a entidade formadora e atividade desenvolvida.
9.3.     Da Coordenação pedagógica

Esta função é assegurada pela mesma pessoa que desempenha as funções de Gestão da Formação, assegurando:

  • a articulação com a equipa de formadores na fase de conceção, acompanhamento pedagógico dos formandos e dos formadores na fase de execução da ação, a resolução de questões pedagógicas e organizativas das ações, entre outras.
  • Procede à abertura dos cursos, explicando as condições de realização do curso, apresentando o formador e distribuindo o regulamento de funcionamento a formandos e formadores. 

  • Procede ao encerramento dos cursos, recolhendo o feedback dos formandos e formadores, por auscultação das suas opiniões e registo das mesmas num questionário de satisfação. 

  • É mediador/a no processo de aprendizagem juntamente com todos os formadores envolvidos, e os Clientes.
  • Introduz os dados das formações no SIGO, assegurando a organização de um Dossier Técnico Pedagógico por cada ação de formação.
  • Coordena e supervisiona todas as atividades relacionadas com o processo de formação e aprendizagem.
  • Coordena e supervisiona todos os procedimentos de acompanhamento pós-formação, analisando os dados obtidos, articulando com a Gestão da Formação;
  • Assegura o cumprimento dos procedimentos definidos. 


 

9.4.     Dos formadores

São responsáveis pela preparação e desenvolvimento pedagógico das ações de formação, assegurando: a preparação do programa de formação, a elaboração de recursos pedagógicos para desenvolvimento do programa, como planos de sessão, manuais, exercícios, entre outros, a monitoria de ações de formação através da aplicação de métodos pedagógicos adequados aos destinatários e objetivos da formação, a aplicação de métodos e instrumentos de avaliação, garantindo a adequação ao grupo de formação com vista ao atingimento dos objetivos do curso.

 

São direitos do/a formador/a:

  • Apresentar propostas com vista à melhoria das atividades formativas. 

  • Estabelecer um contrato de prestação de serviço com a SM (no caso de externos/em serviço externo).
  • Ter as condições necessárias para o correto desenvolvimento da sua função, na sala de formação.
  • Obter previamente informações sobre as condições de realização da ação/curso, nomeadamente 
características do grupo de formação, conteúdos a abordar, objetivos pedagógicos a atingir, recursos 
didáticos e meios audiovisuais disponíveis.
  • Apresentar à coordenação pedagógica quaisquer pedidos de esclarecimentos e/ou reclamações por 
e-mail. 


 

São deveres do/a formador/a

  • Comprovar estar habilitado com o Certificado de Competências Pedagógicas (CCP) emitido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) ou título que o isente. 

  • Facultar à SM cópia da documentação necessária para incluir no seu processo. 

  • Preparar de forma adequada e prévia cada ação/curso de formação, elaborando os planos de sessão, documentação de apoio, instrumentos de avaliação atendendo às características dos destinatários e promovendo a melhoria contínua da formação. 

  • Cumprir na íntegra o tempo destinado à formação, sendo o primeiro a entrar e o último a sair da sala de formação. 

  • Ser assíduo e pontual. 

  • Cumprir a legislação e os regulamentos aplicáveis à formação. 

  • Zelar pela boa conservação dos equipamentos e demais bens que lhe sejam confiados para efeitos 
de formação, podendo ser imputadas despesas de recuperação ou reparo por falta manifesta 
 

  • Tratar com respeito qualquer elemento da SM e seus Clientes e assumir padrões comportamentais que 
favoreçam a conceção de um clima de confiança e compreensão. 

  • Ser simpático, comunicativo e criar empatia com o grupo de formação.

 

9.5.     Dos clientes – formandos e Entidades Clientes

São os legítimos frequentadores dos cursos de formação e são responsáveis por uma conduta conducente com a frequência de adultos motivados para a aprendizagem de saberes profissionais a aplicar na sua realidade profissional.

 

São direitos dos/as formandos/as:

  • Auferir de uma formação que vá ao encontro das suas expectativas de acordo com os programas, metodologias formativas e formas de organização definidos e divulgados. 

  • Receber toda a documentação de apoio relativa à ação/curso frequentada.
  • Tomar conhecimento prévio e atempado das eventuais alterações efetuadas no cronograma da 
ação/cursos de formação.


  • Ser tratado com respeito e educação por qualquer elemento da SM. 

  • Apresentar sugestões e/ou reclamações no decorrer da formação, relativas ao funcionamento da SM deacordo com o procedimento em vigor. 

  • Obter resposta rápida e objetiva às suas reclamações ou pedidos de esclarecimento.
  • Ter acesso às instalações, equipamentos e materiais compatíveis com a ação/curso. 

  • Obter gratuitamente, em caso conclusão com aproveitamento, no final da ação/curso, um Certificado de acordo com o comunicado no programa do curso.
  • O Cliente – assinar contrato de formação com a SM e nos casos em que a ação de formação não esteja abrangida pelo Seguro de Acidentes de Trabalho (decorrente do contrato de trabalho entre o colaborador e a sua entidade patronal, Cliente da SM), usufruir para os seus colaboradores de um seguro de acidentes pessoais incidente sobre o tempo das sessões de formação.
  • Confidencialidade dos dados pessoais fornecidos.
  • O Cliente tem direito ao DTP da ação de formação.

 

São deveres dos/as formandos/as:

  • Frequentar com assiduidade e pontualidade a ação/curso de formação, participando ativamente nas sessões e realizando as provas de avaliação previstas pelo formador.
  • Renunciar a prática de qualquer ato que origine prejuízo ou descrédito para a SM ou para a ação de formação. 

  • Ter uma conduta cívica tanto nas instalações da SM, ou noutras onde decorra a formação.
  • Zelar pela preservação, conservação e asseio das instalações assim como de todos os equipamentos
e materiais didáticos postos à sua disposição. 

  • Transmitir por escrito qualquer alteração dos dados fornecidos e constantes da sua ficha de inscrição.

  • Assinar o registo de presenças em todas as sessões.
  • Efetuar o pagamento dos cursos ou de outros custos associados (e comunicados) à frequência da ação/curso, nos períodos estabelecidos.
  • Cumprir com contrato de formação assinado com a SM.
  • O Cliente deve garantir que faz chegar todas as informações essenciais sobre a organização das ações de formação, acordadas com a SM, bem como a entregar toda e qualquer documentação (ex.: Certificado) que é devido aos formandos, emitido pela SM (ou em alternativa facultar forma de contacto com os colaboradores).

10. Disposições finais

Todos os formandos, formadores e outros intervenientes na formação têm direito à consulta do presente regulamento sempre que o solicitarem.

 A SM reserva-se ao direito de proceder em qualquer altura e sem aviso prévio, à alteração destas condições, visando o melhoramento e clareza nas condições de funcionamento, sendo as mesmas devida e prontamente comunicadas. Qualquer situação que se encontre omissa no presente regulamento será interpretada pela Gerência da SM.

 

Em caso de dúvida não hesite em contactar a Gestão de Formação responsável pela redação, controlo e implementação do presente regulamento através dos contactos da SM.

 

A SM é uma entidade formadora certificada pela DGERT nas áreas de educação e formação 090-Desenvolvimento pessoal e 341 – Comércio.

Formação profissional | SM.FP.02 | 1 (revisão) | 02/04/2021 | Margarida Angeja Filipe | Gestão da formação